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Homofobia é Crime
As Comissões de Legislação Participativa e a de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados trouxeram, no mês de novembro, à pauta debates fundamentais à garantia do respeito e valorização das diferenças e aos direitos humanos, em dois seminários “Escola sem Homofobia” e “Assassinatos LGBT”.Sobre o primeiro tema, se por um lado, estudantes e professores na escola reproduzem os valores e conceitos de um sistema de desigualdade e exclusão que estabelece um critério de “normalidade”, por outro, se considera o contexto escolar como espaço de construção e transformação cultural. Para tanto, medidas já estão sendo tomadas pelo Ministério da Educação. O projeto de lei que institui o Plano Nacional de Educação (PNE), para os próximos dez anos, trará recomendações contra a homofobia nas escolas. Até o final desse ano, o PNE será enviado ao Congresso Nacional.
Já com relação aos assassinatos de pessoas LGBT, em 2009, conforme a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais, foram 198 homicídios. Em 2010, pesquisadores já contabilizam 205, em dados oficiais, o que nos permite pressupor que o número de assassinatos é ainda maior. Desse contingente, estima-se que 10% dos criminosos foram presos ou responsabilizados criminalmente.
De acordo com levantamentos do professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia, Luiz Mott, na década de 1960, foram registrados 30 assassinatos, contra a comunidade LGBT. Nas duas décadas seguintes, 41 e 369, respectivamente. Nos anos 90, os casos mais que triplicaram, quando registraram-se 1.256, e nesses últimos dez anos, 1.429 assassinatos.
A progressão dessas manifestações de ódio e crime em nossa sociedade, além de demonstrar a dificuldade em aceitar as diferenças presentes em todos e em cada um, situa-se no campo das lutas sociais, pela busca da homogeneização por meio da imposição de uma dada norma que desqualifica os demais comportamentos sociais. Essa violência discriminatória também se manifesta pela repressão à ocupação dos espaços sociais por parte das pessoas LGBT, ao protagonismo daqueles que se negam a conviver com a discriminação e enfrentam o desafio na busca da efetivação dos seus direitos.
O comportamento homofóbico e os crimes de ódio cometidos contra a liberdade de orientação sexual das pessoas corroem os alicerces de uma sociedade que assegura a ampla liberdade. À educação e as demais política públicas cabe afirmar a cultura da paz, negando a discriminação, a intolerância e, principalmente, reconhecendo o direito de sermos diferentes uns dos outros. Para o alcance de nossas expectativas de construir projetos de vida compartilhada, também é preciso acabar com a impunidade que se reproduz devido à falta de uma legislação que tipifique a homofobia como crime em nosso país.
A aprovação de uma lei que torne crime a homofobia não vai resolver definitivamente o problema, mas diminuirá sensivelmente os casos de discriminação contra homossexuais nos diferentes espaços, assim como ocorreu com a criminalização do racismo. Para isso, o Congresso Nacional tem o dever de aprovar o Projeto de Lei que criminaliza a homofobia. A matéria já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e, desde 2006, está em análise no Senado Federal.
Para o autor e doutor em sociologia do direito Boaventura de Souza Santos, uma política de igualdade que nega as diferenças converte-se contraditoriamente numa política de desigualdade, tornando imperativo o novo meta-direito intercultural "temos o direito a sermos iguais quando a diferença nos inferioriza, e o direito a sermos diferentes quando a igualdade nos descaracteriza”.
É legítimo que não nos calemos quando somos “inferiorizados”. É urgente mudar a legislação, descosntruindo o sistema de diferenciação que conduz à discriminação, segregação e à exclusão. É preciso promover a inclusão e afirmar que somos todos diferentes.
O que é Natal ?
O real significado do Natal é celebrar o nascimento de Jesus Cristo e sua vinda a Terra, como Salvador. Jesus veio a Terra em forma de homem para redimir todas as pessoas do pecado. Pecado, esse, que teve origem na época de Adão e Eva, que ao desobedecerem a Deus, acabaram perdendo a pureza e rompendo o elo que os ligavam com Deus. Mesmo com esse acontecimento, o amor de Deus pelos homens nunca diminuiu, pois sempre permaneceu fiel e forte. A maneira que Deus encontrou de recuperar a relação íntima com seus filhos na Terra, foi mandando Jesus Cristo seu filho, para que pelo seu sangue nós fossemos redimidos.“Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que mundo seja salvo por ele”. – São João 3:17
Antigamente o Natal, não era comemorado como nos dias de hoje e nem no dia 25 de dezembro. A Igreja Católica no século IV d.C. viu que deveria cristianizar as festividades pagãs, com isso, o dia 25 de dezembro, foi escolhido para que a data coincidisse com as festividades romanas. Alguns lugares haviam optado por festejar o Natal em 06 de janeiro, contudo, gradualmente esta data foi associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
Durante todo mês de dezembro, os romanos, dedicavam as festas que eram realizadas aos deuses. No início do mês de dezembro, por exemplo, acontecia uma festa dedicada ao “nascimento do Deus Sol Invencível”, para comemorar o início do Inverno.
Já de 17 a 22 de dezembro, era realizada uma festa em honra ao Deus de Saturno, a Saturnália e para encerrar as comemorações, o dia 25 de dezembro, era comemorado o nascimento do misterioso Deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Era uma época de muita alegria, festa e também troca de presentes como acontece nos dias de hoje com a comemoração do Natal. Ao invés de proibirem as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã.
A árvore de Natal que conhecemos e que deixa os ambientes mais especiais nessa época do ano foi incorporada a tradição a partir de 1530, na Alemanha com Martinho Lutero.
Numa linda noite de inverno, enquanto Lutero caminhava por uma floresta, ele se deparou com belíssimos pinheiros cobertos de neve. Resolveu então pegar um galho de pinheiro para sua casa e enfeitou da maneira que ele havia visto lá fora, colocando algodão; enfeites e velas. Todos que estavam em sua casa, ficaram maravilhados com aquela novidade.
Já o presépio que representa o cenário do nascimento de Jesus Cristo em uma manjedoura, com os animais e também os Reis Magos, surgiu no século XIII com São Francisco de Assim, que quis celebrar o Natal de um modo mais realista.
Hehe ' Ficou sabendo melhor o que significa Natal? -Espero que sim
Por = Desconectada-
Bullying Na Internet
Este é um dos assuntos atuais que mais este em discussão em todo o país, já que se faz presente no trabalho, na escola e até mesmo na internet, e que pode causar sérias consequências a quem sofre este tipo de violência. Mas, antes de aprofundarmos sobre assunto, mês responda a seguinte pergunta: quem nunca zombou ou tirou sarro de uma pessoa? Não importa o motivo ou a pessoa, isto é, um colega vesgo da sala, a professora que cospe ao falar, o mau hálito de seu chefe, enfim, este tipo de zombação é muito mais comum na infância e na adolescência. Quem é que nunca deu um apelido para um amigo? Na grande maioria das vezes, o apelido é dado de acordo com os defeitos, já que dificilmente você encontrará alguém que recebeu um apelido graças aos seus lindos olhos, não? Esta foi uma prática por muito tempo considerada normal, no entanto, de uns tempos para cá recebeu o nome de bullying, pois pode não parecer, mas muitas pessoas cresceram traumatizadas com isso.E neste atual mundo em que a internet domina e prevalece em inúmeros aspectos, é mais do que comum o bulliying se fazer presente na rede virtual, dando assim origem ao cyberbullying, quanto a este problema, o enfoque começou a surgir recentemente. É fácil visualizar ou escutar de pessoas que teve a sua intimidade exposta na internet, seja através de comunidade em sites de relacionamento, em blogs, em sites de vídeos, via email, enfim, existem diferentes formas para tal prática, a qual acontece principalmente entre os adolescentes. Nesta fase o conceito de intimidade é muito confuso, e desta forma, muitos não sabem separar o que é público do privado, ou melhor, uma garota de 14 anos que não percebe nenhum constrangimento em colocar mais de 200 fotos no Orkut da festa de aniversário, o que pode facilitar a ação das pessoas mal intencionadas, ou melhor, a garota não percebe que esta fotos podem fazer partes de montagens, por exemplo. Um caso deste tipo ocorreu recentemente no exterior, em que a garota considerada a mais bonita dói colégio foi vítima das colegas da escola, isto é, as ‘amigas’ roubaram fotos da menina do Facebook e fizeram montagens que mostravam a mesma tendo relações sexuais com homens mais velhos. Desta forma, estas fotos alteradas foram espalhadas na internet, e ainda colocaram o número do telefone celular da garota em classificados de prostituta, em que o resultado pode se imaginar, não?
Além disso, a internet é um ambiente perfeito para espalhar o preconceito e a intolerância, seja por cor, raça, definição sexual, preferência musical, enfim, são muitas as pessoas que sofrem ataques gratuitos de pessoas infantis na rede. Assim, é para evitarmos tais ações é necessário que tenhamos em mente a preservação da individualidade das pessoas independente da aparência física e seus defeitos, e a tolerância, pois cada pessoa tem o direito de gostar do que desejar, são opções pessoais que devem ser respeitadas.
Todos por um Forever Melhor *-*
Matéria por : Desconectada-